David Lean em seu escritório
17
anos de direito do trabalho
Mais de 6 MIL
Bancários atendidos

No banco, muita coisa virou rotina, mas nem tudo pode ser rotina.

veja o que está correto

  1. A meta virou exposição.

    Rankings vexatórios, ameaças, humilhações, cobranças inexequíveis ou uma pressão que atravessou a saúde podem indicar abuso, conforme a forma e as provas.

  2. Entender o que David Lean vai cumprir.

    Refazer a sua conta inteira, linha por linha, antes de qualquer decisão. Ler o ponto, o cargo e cada verba contra o contrato e a convenção, e devolver isso em linguagem clara: o que merece revisão, o que não merece e por quê.

    A primeira conversa é com o David. O processo só entra se fizer sentido para você, e daí em diante você acompanha cada etapa sem precisar traduzir juridiquês.

    Pedir a análise inicial
  3. A pausa estava no ponto. O descanso, não.

    Intervalos reduzidos, interrompidos ou apenas pré-assinalados precisam ser comparados com a jornada realmente cumprida e com as regras aplicáveis ao período.

  4. A demissão fechou o contrato. Não necessariamente a conta.

    Verbas rescisórias, bônus, comissões, PLR proporcional e reflexos precisam ser discriminados e conferidos conforme o período, as normas coletivas e a forma de desligamento.

  5. O trabalho começou a aparecer na saúde.

    Sobrecarga, pressão e adoecimento não provam sozinhos uma relação com o banco. A análise reúne documentos médicos, afastamentos, CAT e o contexto real da atividade.

Bernardo Bittar e David Lean sentados lado a lado no escritório
Toda guerra justa é necessária.

MAQUIAVEL, Nicolau

O que pode estar em jogo.

Duas perguntas e o seu nome. O WhatsApp abre com a mensagem pronta.

Você ainda trabalha no banco?
O que mais se aproxima da sua situação?

Ao continuar, o WhatsApp abre com estas respostas na mensagem. Nada fica salvo neste site.

Retrato de David Lean

Quem refaz a conta.

Dezessete anos ouvindo a mesma frase na primeira conversa: não sei se tenho direito a alguma coisa. Quem trabalhou em banco quase nunca sabe. O expediente terminava no horário, o trabalho não. O cargo dizia uma função, a assinatura dizia outra. Nada disso aparece no contracheque. Aparece na rotina, e é a rotina que a gente refaz.

Não precisa chegar com documento nem com decisão tomada. Basta contar como era o seu dia: a que horas ele começava de verdade e o que passava pela sua mesa sem estar no papel. Da leitura sai o que merece revisão e também o que não merece, dito com todas as letras.

Processo é consequência. Se vier, vem depois de você entender o próprio caso.

Seu caso precisa fazer sentido para você antes de virar uma decisão.

Perguntas Frequentes

Preciso já ter saído do banco?

Não. Atendemos quem ainda está no banco e quem já saiu.

Saí do banco há mais de dois anos. Ainda dá tempo?

Em regra, o prazo para entrar com a ação é de dois anos contados da saída, e a conferência alcança os últimos cinco anos do contrato. Há situações que alteram essa contagem. A análise inicial confirma o seu prazo antes de qualquer passo.

Vou precisar entrar com uma ação?

Não necessariamente. Primeiro a análise; a conversa sobre processo só vem se houver razão.

Que documentos ajudam? E se eu não tiver nenhum?

Contracheques, termo de rescisão, cartões de ponto, mensagens, avaliações e documentos da função. Sem nenhum deles, a conversa inicial continua possível e indica o que buscar.

Moro em outra cidade. Faz diferença?

Não. A análise e a conversa acontecem a distância, e os documentos chegam em foto ou PDF. O atendimento é para bancários de todo o Brasil.

Ainda trabalho no banco. Isso fica entre nós?

Sim. O sigilo profissional vale desde a primeira mensagem, inclusive para quem ainda está no banco.

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